...e ela disse: Então talvez a gente se veja por ai! Mas pareces um puto com esse corte de cabelo pá!
CP
quinta-feira, junho 30, 2005
quarta-feira, junho 29, 2005
terça-feira, junho 28, 2005
segunda-feira, junho 27, 2005
FINALMENTE!
Ele aí está, renascido das cinzas e pronto para conquistar o mundo.
Caros bloggers e outros fãs, ele é ........
Caros bloggers e outros fãs, ele é ........
PETER OF PAN
A VISITAR NUM BLOG PERTO DE SI ...
Grande grande...
Kathy Hilton no Tonight Show com o Jay Leno "A Paris (referindo-se à sua filha Paris Hilton) só faz coisas em grande". Para quem já viu o vídeo, confirma-se que realmente assim é! Isto é que é uma mãe que conhece a filha!
CP
CP
sexta-feira, junho 24, 2005
Ameaça Política
Serei eu o único a achar os novos cartazes do PS algo ameaçadores? O problema está no, já velhinho, símbolo do partido: o punho fechado. É que realmente parece que estão a dizer "Pá!Votas em nós 'tás a ouvir? Ou então!". Será que ainda vamos de levar mais? Já não chega?
CP
CP
segunda-feira, junho 20, 2005
sábado, junho 18, 2005
Gasolina (2)
Fui dar de comer ao meu carrinho no outro dia. O tempo que levei desde que coloquei a mangueira da gasolina na bomba até chegar à caixa para pagar, a gasolina já tinha aumentado mais 5 cêntimos!
CP
CP
sexta-feira, junho 17, 2005
Gasolina
Porque é que as gasolineiras não se deixam de coisas e afixam logo um placar a dizer "Abasteça ANTES! Ooops, olhe tá a ver? Devia ter abastecido ANTES. AGORA já é mais caro!"
CP
CP
Sic Sic Sic
Obrigada cara SiC por teres transimitido as atrocidades que são todos os dias cometidas na linha de sintra! Realmente sinto-me muito mais seguro agora que sei que os assaltantes estão furiosos e a quererem "malhar" em toda a gente!
SiC muito muito obrigado! E que tal se agora, além de transmitirem apenas as imagens ad-hoc (ou post-assaltus et mortis), colocassem um reporter em cada vagão, para entrevistar em directo assaltantes e vitimas? É apenas uma proposta mas com sucesso garantido! E viva viva as estações privadas!
CP
SiC muito muito obrigado! E que tal se agora, além de transmitirem apenas as imagens ad-hoc (ou post-assaltus et mortis), colocassem um reporter em cada vagão, para entrevistar em directo assaltantes e vitimas? É apenas uma proposta mas com sucesso garantido! E viva viva as estações privadas!
CP
quarta-feira, junho 15, 2005
Abrindo precedentes(Ver.2.0)
Yeh, it goes away
All of this and more of nothing in my life
No color clay
Individuality not safe
As of now I bet you got me wrong
So unsure you run from something strong
I can't let go
Threadbare tapestry unwinding slow
Feel a tortured brain
Show your belly like you want me to
As of now I bet you got me wrong
So unsure you run from something strong
I haven't felt like this in so long
Wrong, in a sense too far gone from love
That don't last forever
Something's gotta turn out right
You sugar taste
Sweetness doesn't often touch my face
Stay if you please
You may not be here when I leave
As of now I bet you got me wrong
So unsure we reach for something strong
I haven't felt like this in so long
Wrong, in a sense too far gone from love
Strong, I haven't felt like this in so long
Wrong, in a sense too far gone from love
That don't last forever
Something's gotta turn out right
All of this and more of nothing in my life
No color clay
Individuality not safe
As of now I bet you got me wrong
So unsure you run from something strong
I can't let go
Threadbare tapestry unwinding slow
Feel a tortured brain
Show your belly like you want me to
As of now I bet you got me wrong
So unsure you run from something strong
I haven't felt like this in so long
Wrong, in a sense too far gone from love
That don't last forever
Something's gotta turn out right
You sugar taste
Sweetness doesn't often touch my face
Stay if you please
You may not be here when I leave
As of now I bet you got me wrong
So unsure we reach for something strong
I haven't felt like this in so long
Wrong, in a sense too far gone from love
Strong, I haven't felt like this in so long
Wrong, in a sense too far gone from love
That don't last forever
Something's gotta turn out right
Alice In Chains
segunda-feira, junho 13, 2005
Abrindo precedentes
Queria sentir-te mais perto
Dizer-te quem sou ao ouvido
Ouvir-me morrer em silêncio
Silêncio de quem sonha perdido
Mover o mundo onde vivo
Perder-me no abraço amigo
Ver a fuga de um destino
Tu
Dizer-te quem sou ao ouvido
Ouvir-me morrer em silêncio
Silêncio de quem sonha perdido
Mover o mundo onde vivo
Perder-me no abraço amigo
Ver a fuga de um destino
Tu
CP
quinta-feira, junho 09, 2005
Carta a um editor
Caro director da editora ****** caso não saiba, deixe que lhe tente explicar como funciona o mundo dos livros. Há quem os escreva, há quem os faça, há quem os publique e há também quem os compre. Infelizmente o senhor é dono de uma pequena editora e, como muitos pequenos editores, está cheio de boas intenções, mas digo-lhe que nos dias que correm isso não chega (e pergunto-me se alguma vez terá chegado). Acontece que, tal como muitos outros senhores editores, vossa excelência publica o que lhe dá prazer ler e o que acha que o senhor e seus amigos gostariam de ler e por aqui começam os seus problemas. Vou tentar explicar a situação de modo a que o senhor possa perceber. Quando o senhor resolve publicar um livro, e desde já lhe digo que lhe ficamos gratos pelo seu trabalho, se pretende fazer algum dinheiro com a publicação, não pode pensar exclusivamente se o senhor e seus amigos (por muitos que sejam) gostarão de ler esse livro. Em vez dessa linha de pensamento, vossa sumidade deverá ponderar acerca do mercado alvo existente para esse livro, tendo em conta o número (pequeno) de pessoas existentes no nosso pequeno pais e ainda no número (ainda menor) de pessoas letradas e já agora, porque não pensar também no número (ainda mais reduzido) de pessoas com capacidade económica para comprarem esse livro. é que, analisando os livros que insiste em publicar, podemos verificar que eles se dirigem a dois mercados alvo bastante distintos, a saber, aos estudiosos e aos curiosos. Sei que à partida, lhe parecerá que estes são os mercados melhores contudo deverá ter em atenção o seguinte: se publica um livro para estudiosos, e se se esmerar na edição, ou seja se exigir uma qualidade elevada do papel, um número razoável de páginas, uma capa "à maneira" e se fizer a edição em capa dura (para ficar mais bonito e resistente), verá como tudo isto irá encarecer o seu produto. O encarecimento não é, por si mau, uma vez que se fizer uma tiragem elevada, poderá abater custos. Mas (e aqui temos o primeiro GRANDE "mas") o senhor não vai poder efectuar essa tiragem enorme. e porquê? Porque vivemos num pais pequeno com poucos consumidores e porque não tem espaço no armazem e porque não lhe compensa o trabalho pois não? Ficaria a arder porque até tem consciência do simples e quase inocente facto de que estudiosos, há poucos! E esses poucos, como estudiosos que são, vão querer comprar o livrinho que o senhor amavelmente publicou para eles. E não se irão importar de pagar os 30 Euros que habitulamente um típico livrinho para estudiosos custa na sua banca da feira. E o seu mundo funciona às mil maravilhas. Pensa o senhor! E não funciona como o senhor pensa, porque os estudiodos não são em número suficiente caro amigo editor! E até podem pagar o balúrdio que o senhor pede, porque não têm outra hipotese, mas são poucos e não pagam o livro, muito menos o seu trabalho e o trabalho dos que estão ao seu serviço. Agora passemos aos acima denominados curiosos. Esta classe de potenciais compradores de livros distingue se da primeira através de um simples facto, eles são apenas curiosos! O que isto quer dizer é que, ao contrário dos estudiosos, os curiosos não precisam do seu precisoso e caro livrinho. E o que acontece quando um especime curiosus persoanae passa pela banca da editora ******? O fenómeno é descrito por muitos como repudio precius o que, para quem não sabe estes estranhos linguajares académicos, quer apenas dizer que a sua curiosidade instintiva é abalada pelo custo do objecto que havia despertado dita curiosidade.
Resumindo, vossa magnanimidade omnipotente comete o grave erro de publicar livros (bons ou maus já que isso é irrelevante neste momento), que das duas uma: ou apelam a um grupo que é demasiado escasso para que o volume de vendas dê lucro ou, despertam a mera curiosidade de um grupo que, não tendo genuíno interesse no produto oferecido, se vê obrigado a procurar novo livrus alimentitio (ou o alimento em forma de livro) em outras paragens menos dispendiosas, uma vez que (e por favor esta era básica!) ninguém dá 30 Euros por curiosidade nos dias que correm!
E desta forma se pode concluir que a sua editora esteja a dar prejuízo caro e excelso senhor. A culpa não é propriamente dos seus mui esforçados empregados mas tão somente da sua falta de visão comercial.
CP
P.S. Já agora não julgue que por importunar os clientes, ou potenciais clientes, os vai obrigar a comprar o seu produto. Quem não tem dinheiro não o pode, infelizmente, inventar. E aqueles que o têm mas que não querem comprar o que o senhor tem para oferecer, esses não lhe farão a vontade por muito simpático que o senhor seja! Caso não saiba, essa ténica de vendas é usada (infelizmente) pelos jovens da área da restauração da Feira Popular de Lisboa em Entrecampos, o que dá apenas origem a um abandono progressivo da zona, uma vez que ninguém gosta de ser importunado por indivíduos completamente desesperados, garantindo-nos que no seu "sítio" é que é bom.
Simpatia Q.B. meu caro senhor! Por favor aprenda a lição de uma vez!
Resumindo, vossa magnanimidade omnipotente comete o grave erro de publicar livros (bons ou maus já que isso é irrelevante neste momento), que das duas uma: ou apelam a um grupo que é demasiado escasso para que o volume de vendas dê lucro ou, despertam a mera curiosidade de um grupo que, não tendo genuíno interesse no produto oferecido, se vê obrigado a procurar novo livrus alimentitio (ou o alimento em forma de livro) em outras paragens menos dispendiosas, uma vez que (e por favor esta era básica!) ninguém dá 30 Euros por curiosidade nos dias que correm!
E desta forma se pode concluir que a sua editora esteja a dar prejuízo caro e excelso senhor. A culpa não é propriamente dos seus mui esforçados empregados mas tão somente da sua falta de visão comercial.
CP
P.S. Já agora não julgue que por importunar os clientes, ou potenciais clientes, os vai obrigar a comprar o seu produto. Quem não tem dinheiro não o pode, infelizmente, inventar. E aqueles que o têm mas que não querem comprar o que o senhor tem para oferecer, esses não lhe farão a vontade por muito simpático que o senhor seja! Caso não saiba, essa ténica de vendas é usada (infelizmente) pelos jovens da área da restauração da Feira Popular de Lisboa em Entrecampos, o que dá apenas origem a um abandono progressivo da zona, uma vez que ninguém gosta de ser importunado por indivíduos completamente desesperados, garantindo-nos que no seu "sítio" é que é bom.
Simpatia Q.B. meu caro senhor! Por favor aprenda a lição de uma vez!
quarta-feira, junho 08, 2005
Farto
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segunda-feira, junho 06, 2005
Carta a Saramago seguida de uma curta nota
Caro Sr. prémio Nóbel da Literatura venho desta forma entregar-lhe algumas "coisas" que o sr. se esqueceu de colocar nos seus livros. Assim sendo espero que as receba com agrado e que ainda se lembre como as usar.
Cá vão elas: [.,.,.,.,.,;:;:,.,.;:;:;:()()()():,..,.,.,.,..,.,.,.,.,.,..,.,.,.,.,----,.,.,´,.,,´.,.,-.,.,.,.,.
,..:::,,.,.,.,.,.,.,.,.............,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.....................,,,,,,,,,,,,,,,,...........,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,..]
P.S. Há mais mas estão encaixotadas. Manda-las-ei em momento oportuno.
Nota: Será que é possivel fazer uma leitura em voz alta de um qualquer livro seu? É que gostava mesmo de saber se o Sr. ainda tem fôlego para tanta falta de pontuação!
CP
Cá vão elas: [.,.,.,.,.,;:;:,.,.;:;:;:()()()():,..,.,.,.,..,.,.,.,.,.,..,.,.,.,.,----,.,.,´,.,,´.,.,-.,.,.,.,.
,..:::,,.,.,.,.,.,.,.,.............,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.....................,,,,,,,,,,,,,,,,...........,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,..]
P.S. Há mais mas estão encaixotadas. Manda-las-ei em momento oportuno.
Nota: Será que é possivel fazer uma leitura em voz alta de um qualquer livro seu? É que gostava mesmo de saber se o Sr. ainda tem fôlego para tanta falta de pontuação!
CP
terça-feira, maio 31, 2005
Canibalismos
O problema da velhice, para os antigos, era fácil de resolver. Quando a pessoa idosa atingia uma certa idade, ou se tornava um fardo demasiado pesado para carregar, fazia-se uma excursão até ao vulcão mais próximo, lançava-se a pessoa lá para dentro e pronto, problema resolvido. Agora, porquê o vulcão? Só recentemente percebi porque utilizavam o vulcão e não um buraco qualquer. Não sei se já repararam mas os velhotes tendem a cheirar a cebolas, principalmente as mãos dos velhotes. Pois é, acreditem que é verdade, eu sei! E para que servem as cebolas? Para fazer um refogado à maneira não é? E o que é preciso para se poder fazer refogado? Um tacho ou panela ou recipiente apropriado e lume. Os antigos eram, portanto, pessoas inteligentes e já naquela altura, regulares utilizadores dos caldos Knorr!
CP
CP
segunda-feira, maio 30, 2005
Non Non Europe!
Não sei se fique triste ou feliz com o "não" francês à Constituição Europeia mas sei que me parti a rir com o discurso do Sr. Chirac. É realmente interessante como os franceses, com o seu ar altivo, conseguem dizer o que lhes apetecer e fazer parecer que esse discurso é o mais importante tratado da história da humanidade. Gostei particularmente quando Chirac disse que, fundamentalmente, foi bonito o povo ter votado "não" mas que a França tem obrigações como fundador da União e que já está politicamente comprometida e etc etc. Ou seja, o que ele quis dizer foi "Jovens! Gostei do abanão. Sim senhor! Fica registado. Mental note: não fazer mais referendos!"
CP
CP
sábado, maio 28, 2005
Feira do Livro
Haverá na feira do livro, alguém mais infeliz que os editores da Avante? é que, coitadinhos, todas as outras editoras trazem os seus autores para uma sessão de autografos e o que pode a Avante fazer em relação a isso? Enfim...se virem fumo e danças na Feira do Livro, já sabem o que é, são os gajos da Avante numa sessão de espiritismo a tentar trazer o Marx ou o Engels ou os dois juntos para uma sessãozinha de autografos rápidos das respectivas biografias.
Ao pessoal da Avante muito boa sorte! Devem vender bem mais que muitos outros, mesmo sem darem grades secas aos autores que publicam. E afinal de contas, nada melhor que, tendo uma editora que torce pelo espírito comunitário e se bate contra os males deste preverso mundo capitalista, poder lucrar 100% com a edição dos livros, já que os autores dos mesmo quinaram e não podem reclamar não é?
CP
Ao pessoal da Avante muito boa sorte! Devem vender bem mais que muitos outros, mesmo sem darem grades secas aos autores que publicam. E afinal de contas, nada melhor que, tendo uma editora que torce pelo espírito comunitário e se bate contra os males deste preverso mundo capitalista, poder lucrar 100% com a edição dos livros, já que os autores dos mesmo quinaram e não podem reclamar não é?
CP
Gostaria de pedir imensas desculpas pelo último post colocado neste Blog (ou blogue como preferirem). Foi uma pseudo piada de muito mau gosto e, pessoalmente, se não fossem os analgésicos misturados com os anti-depressivos jamais teria dito algo do género.
Assim sendo, resta-me apenas dizer-vos que gosto muito de todos vós!
CP
Assim sendo, resta-me apenas dizer-vos que gosto muito de todos vós!
CP
sexta-feira, maio 27, 2005
Para onde vamos
Entre as muitas regras que nos incutem desde pequenos, uma que sempre me fez alguma confusão mas que sempre acatei como rapaz bem comportado, foi a de que não de deve escrever a vermelho. Aparentemente ao fazê-lo estaria a desrespeitar o destinatário de tido apontamento. Antigamente a grande pergunta era: e se o destinatário for eu mesmo? Estarei eu a mandar-me a mim próprio à merda? Não me parece! Mas enfim, regras são regras e sempre tentei evitar escrever a vermelho. E mesmo quando os próprios professores, ao corrigirem as nossas provas, escreviam a vermelho, quebrando a sua prórpria regra, eu não me importava pois até compreendida, repetindo para mim mesmo "Coitados dos professores! Ter como obrigação ver e tentar corrigir tanta asneira junta, é normal que se passem um pouco e nos queiram mandar todos p'ó car****!". Depois cresci, infelizmente não em altura, e vim para a capital. E eis o meu espanto quando entro num comboio, olhando compulsivamente para o placar minúsculo onde vão aparecendo as várias estações, cheio de medo de falhar a estação de destino, e verifico a cor a que as letras estão escritas. Já não chega ter de andar todos os dias num transporte de merda, cheio de pessoas a cheirar a merda (se tivermos sorte de se terem banhado nesse mês!), para poder ir para um trabalho de merda onde o nosso patrão nos diz que somos uma merda, tudo isto para conseguir um ordenado de merda e ainda temos de levar com os transportes públicos a mandarem-nos à merda! Sabem que mais? Concordo com os meus antigos professores, vão mas é p'ó Car****!
Atenciosamente
CP
Atenciosamente
CP
quinta-feira, maio 26, 2005
terça-feira, maio 24, 2005
Impostos e o Sim City
Algo que me diz que os governantes de Portugal nunca jogaram ao Sim City. Digo isto por observar o carácter compulsivo com que insistem em aumentar os impostos, dando como exemplo este novo aumento do I.V.A. para 21%. Ora, se estes senhores tivessem perdido uma hora das suas vidas saberiam o que acontece quando se sobem os impostos, a saber, dá-se uma espécie de "corte" entre a realidade e a fantasia. Teoricamente, aumentando os impostos consegue-se mais dinheiro no fim do ano fiscal mas, na prática, ao aumentar os impostos, o governante força os cidadãos a esforços que não podem suportar, logo ficam descontentes preferindo abandonar o barco, aumentando a taxa de suicidios. O custo de vida aumenta e aumenta até se tornar completamente insuportável e finalmente o governante começa frenéticamente a escrever "FUNDS", pressionando com toda a força no Shift. Ora, como qualquer bom jogador do Sim City já deveria saber, este "truque" acaba por causar males como tufões, o aparecimento de monstros pseudo-mitológicos ou terramotos. Algo me diz que neste momento, algures em Lisboa, alguém já anda a escrever "FUNDS" de uma forma compulsiva. Prémios para a primeira pessoa que avistar o Godzilla!
CP
CP
segunda-feira, maio 23, 2005
Solução para Portugal
Finalmente chegou o dia em que Portugal atinge o maior valor de défice desde que resolveu aderir ao Euro (antigo ECU). Não percebo como é que este pessoal que é claramente inteligente, bastando observar as engenhosas maneiras que descobrem para fugir aos impostos, agora ficam completamente "à rasca" por um défice de 6%! Por favor! Haja vergonha! 6%? Mas desde quando é que 6% é alguma coisa para nós povo glorioso? Tendo como base desta minha proposta a mais banal das maneiras de fuga fiscal praticada em Portugal, primeiro privatizamos Portugal,criando a Portugal S.A. e tornando cada cidadão num share-holder desta sociedade anónima. Depois cada um se encarrega de gastar a maior quatidade de dinheiro. Para sermos bem sucedidos nesta tarefa que tão bem conhecemos, podemos criar pequenos concursos para ver quem consegue gastar mais dinheiro num dia, numa hora, etc. Quando finalmente cada cidadão estiver completamente endividado, acabando assim por endividar a 100% a Portugal S.A., resta-nos o óbvio, ou seja declaramos situação de falência técnica e limpamos as mãos das dívidas. Para finalizar, vendemos aos restantes países do mundo, pequenas folhas brancas que apelidamos de "Declaração de Amizade para com Portugal", criando a L.A.P. (Liga dos Amigos de Portugal) e a F.U.D.J.F.G. (Fundação Um Dia Já Fomos Grandes). O dinheiro conseguido com as declarações de amizade é redistribuído pelos cidadãos, que agora estão espalhados pelo mundo inteiro, verificando-se uma grande concentração de ex-Tugas nas Canárias e no Dubai. É de salientar que neste ponto do globo (Dubai) mais de metade dos ex-Tugas encontram-se presos por terem fumado haxixe e por terem solicitado sexo a menores. Finalmente e como medida extrema, a Europa vende Portugal aos Palestinianos, acabando com o conflicto entre a Palestina e Israel, fazendo com que os ex-tugas ganhem o prémio nóbel da paz.
Como se pode ver, não há razão para tanto histerismo.
Hum....já agora, alguém quer comprar umas roupas pouco-usadas (near mint condition)?
CP
Como se pode ver, não há razão para tanto histerismo.
Hum....já agora, alguém quer comprar umas roupas pouco-usadas (near mint condition)?
CP
Korn Flakes
Alguém sabe quem se lembrou de inventar a nova caixa para os "famosos" cereais do Galo? Mas que raios é aquilo? Agora é preciso ter o curso de engenharia aero-espacial para se conseguir fechar a porcaria da caixa, evitanto o amolecimento crónico dos Korn Flakes! Que tinha de mal a ranhura num dos lados? E que mal fizemos nós, os consumidores assíduos dos supra nomeados cereais, para merecermos que tal mal caia sobre nós?
CP
CP
domingo, maio 22, 2005
Ilusão Nacional
Perante o desolador panorama que os media nos transmitem sobre o estado deste maravilhoso país à beira de um colapso financeiro e com os intelectuais de café a conspirarem na surdina sobre a anexação por Espanha e o regresso dos Filipes, decidi virar-me para aquele universo mais ou menos mitico-onírico que é o maravilhoso mundo académico. Ao contemplar do alto da reitoria de qualquer Universidade para o panorama intelectual e de investigação nacional recuperei em redobrado a confiança na Ocidental Praia. Como não confiar face à enormidade de cartas de recomendação com que os nossos académicos brindam os jovens investigadores a atestar as qualidades e capacidades intelectuais para teses de Mestrado, Doutoramento, Projectos de Investigação? Como pode o país estar em derrocada? É falso....!!!!
ML
ML
quarta-feira, maio 18, 2005
Pedofilia e Skip
Pode ser só impressão minha, mas ao ver o novo anúncio ao detergente SKIP, não pude deixar de pensar no processo Casa Pia, nos meninos que, "alegremente brincavam" com os avozinhos pelo Parque Eduardo VII, e no Bibi (entre outros mas não quero ter problemas com o Carlos Cruz!) a gritar "Vai pequenito! É bom sujar-se!"
CP
CP
segunda-feira, maio 16, 2005
Sujos Segredos
Descobri este fim de semana algo e sinto ser minha obrigação partilha-lo com o mundo. Quando chegou a hora de colocar a roupa lavada no meu saco de viagem constatei, com enorme espanto dois factos: primeiro, que a mesma quantidade de roupa que outrora tinha preenchido o meu saquinho, agora já lá não cabia. E em segundo lugar, que essa mesma quantidade de roupa, depois de lavada, pesava muito mais do que quando estava imunda (sim porque "suja" era dizer pouco).
Algo de muito errado se passa aqui! Então, a sujidade retira peso à roupa? Será que acabamos de descobrir um dos maiores segredos de sempre? Pessoal com excesso de peso! Obesos e obesas de todo o mundo escutai-me! Querem perder peso e volume? (a audiência grita em unissono: "SIM CP!!")
Então não tomem banho!
CP
Algo de muito errado se passa aqui! Então, a sujidade retira peso à roupa? Será que acabamos de descobrir um dos maiores segredos de sempre? Pessoal com excesso de peso! Obesos e obesas de todo o mundo escutai-me! Querem perder peso e volume? (a audiência grita em unissono: "SIM CP!!")
Então não tomem banho!
CP
terça-feira, maio 10, 2005
"os númaros"
Era uma vez um alegre rapazito que queria apanhar o autocarro vinte e três. Dirigiu-se pois então ao Marquês de Pombal, penetrando pelo meio da neblina de pó e fumo, vindos das escavações pseudo-arqueológicas que pretendem, ao que parece, encontrar um "túnel do Marquês". Depois de um longo caminho e dois quase atropelamentos, o rapazinho lá chegou ao seu destino, a paragem de autocarro. Maravilhado contemplou a placa suja e verificou que, de facto, o vinte e três passava por ali. Mas quando? - perguntava o rapazinho entusiasmado com a ideia de poder chegar a horas ao seu destino.
E o tempo, como tende a acontecer, lá foi passando. E com o tempo que passava, outros autocarros chegavam. O rapazinho viu passar o oitenta e três e o quarenta e dois, o autocarro dois e o que segue para um sítio com um nome demasiado estranho para que o rapaz o fixe.
Uma hora mais tarde, já cinco oitentas tinham por ali passado, seis dois, quatro quarenta e dois e o vinte e três nem vê-lo. O rapazinho, já com lágrimas nos olhos, começou a olhar à sua volta procurando um qualquer sinal de esperança. Apenas avistou os sinais de via em obras, agradece mos a sua compreensão! Mas compreensão era algo que o rapazinho já não podia ter. A esperança de chegar a horas, há muito tinha partido, tal como a paciência do rapaz que, olhando já com ódio para a plaquinha amarelo-sujo, murmurou algumas palavras impróprias para serem lidas por gentes de bem.
Passados mais vinte minutos, eis que surge o vinte e três. A fila já vai longa e o rapazinho, já desesperado, ao entrar no autocarro tropeça, ficando para trás. Quando consegue finalmente entrar, lugar para ele ninguém guardou, oh boas são as almas de lisboa, e o rapazinho de pé ficou, esborrachado contra um sovaco alheio.
Moral:
Quem espera o vinte e três, vê passar muitos oitentas e três, dois, quarenta e dois e mais uns quantos. Apenas ganha um enorme trinta e um!
CP
E o tempo, como tende a acontecer, lá foi passando. E com o tempo que passava, outros autocarros chegavam. O rapazinho viu passar o oitenta e três e o quarenta e dois, o autocarro dois e o que segue para um sítio com um nome demasiado estranho para que o rapaz o fixe.
Uma hora mais tarde, já cinco oitentas tinham por ali passado, seis dois, quatro quarenta e dois e o vinte e três nem vê-lo. O rapazinho, já com lágrimas nos olhos, começou a olhar à sua volta procurando um qualquer sinal de esperança. Apenas avistou os sinais de via em obras, agradece mos a sua compreensão! Mas compreensão era algo que o rapazinho já não podia ter. A esperança de chegar a horas, há muito tinha partido, tal como a paciência do rapaz que, olhando já com ódio para a plaquinha amarelo-sujo, murmurou algumas palavras impróprias para serem lidas por gentes de bem.
Passados mais vinte minutos, eis que surge o vinte e três. A fila já vai longa e o rapazinho, já desesperado, ao entrar no autocarro tropeça, ficando para trás. Quando consegue finalmente entrar, lugar para ele ninguém guardou, oh boas são as almas de lisboa, e o rapazinho de pé ficou, esborrachado contra um sovaco alheio.
Moral:
Quem espera o vinte e três, vê passar muitos oitentas e três, dois, quarenta e dois e mais uns quantos. Apenas ganha um enorme trinta e um!
CP
domingo, maio 08, 2005
Letras Grandes
Passeando pelas ruas de Lisboa, não pude deixar de reparar em mais um cartaz do Sr. Manuel Maria Carrilho (ou o marido da Bábá como é mais conecido por Cascais e Vila do Conde). Venho aqui dar especial destaque ao que está escrito: "Estamos a trabalhar num Projecto para Lisboa". Há algo nesta frase que não faz sentido e não, não é o facto de um político estar a dizer que está a trabalhar pois já Cavaco Silva se tornou célebre nesse tipo de afirmações. Refiro-me ao facto de, no cartaz, se ter escrito projecto com letras maiúsculas. Afinal Carrilho esconde-nos o verdadeiro candidato à câmara de Lisboa, esse tal de Sr. Projecto!
Porque é que os políticos hoje em dia gostam tanto de cair no ridículo de soarem como jogadores da bola sempre que abrem a boca? É que, por favor, "Projecto"? Vá lá! Isso é como dizer, a correr para a casa de banho "Oh António! Espera um bocado que vou so ali trabalhar num Xixizinho e já volto!"
CP
Porque é que os políticos hoje em dia gostam tanto de cair no ridículo de soarem como jogadores da bola sempre que abrem a boca? É que, por favor, "Projecto"? Vá lá! Isso é como dizer, a correr para a casa de banho "Oh António! Espera um bocado que vou so ali trabalhar num Xixizinho e já volto!"
CP
quarta-feira, maio 04, 2005
Decadência Aberta
Depois de ver o senhor presidente Jorge Sampaio no meio do trânsito na IC19, uma questão se levantou: se ele queria realmente sentir o que é estar preso no trânsito, porque é que foi logo apanhar um autocarro às 8:30? Vá lá senhor presidente isso são horas de ir para o trabalho? Toca mas é a levantar o rabiosque presidencial às 6:30 da matina que é para às 7 estar no meio do trânsito a ver se dá para estar em Lisboa pelas horas em que o senhor resolveu apanhar esse autocarro!
E já agora, sabia que temos de pagar 1 euro e 20 cêntimos para fazer essa mesma viagem?
Haja paciência!
CP
E já agora, sabia que temos de pagar 1 euro e 20 cêntimos para fazer essa mesma viagem?
Haja paciência!
CP
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