quinta-feira, junho 30, 2005

...e ela disse: Então talvez a gente se veja por ai! Mas pareces um puto com esse corte de cabelo pá!
CP

quarta-feira, junho 29, 2005

...e ele disse: Ok! Quero lá saber. Vai-te lixar, tu e o teu cabelo!
CP

terça-feira, junho 28, 2005

...e eu disse: Pá! Acho que vou mas é cortar o cabelo!
CP

segunda-feira, junho 27, 2005

FINALMENTE!

Ele aí está, renascido das cinzas e pronto para conquistar o mundo.
Caros bloggers e outros fãs, ele é ........



PETER OF PAN
A VISITAR NUM BLOG PERTO DE SI ...

Grande grande...

Kathy Hilton no Tonight Show com o Jay Leno "A Paris (referindo-se à sua filha Paris Hilton) só faz coisas em grande". Para quem já viu o vídeo, confirma-se que realmente assim é! Isto é que é uma mãe que conhece a filha!
CP

sexta-feira, junho 24, 2005

Ameaça Política

Serei eu o único a achar os novos cartazes do PS algo ameaçadores? O problema está no, já velhinho, símbolo do partido: o punho fechado. É que realmente parece que estão a dizer "Pá!Votas em nós 'tás a ouvir? Ou então!". Será que ainda vamos de levar mais? Já não chega?
CP

segunda-feira, junho 20, 2005

Certos programas que marcam

Amigos deixo-vos um link para uma página dedicada a um programa que decerto nos marcou a todos. Refiro-me obviamente ao Tutti-Frutti, programa originalmente alemão que mais tarde foi importado para Italia, versão essa que foi transmitida em Portugal. Contudo para quem já possuia RTL, o programa já não era novo mas mantinha toda a frescura!
Sem mais demoras:

http://www.cincin-girls.com/rcc.html

E boas recordações...........oh mocidade!
CP

sábado, junho 18, 2005

Gasolina (2)

Fui dar de comer ao meu carrinho no outro dia. O tempo que levei desde que coloquei a mangueira da gasolina na bomba até chegar à caixa para pagar, a gasolina já tinha aumentado mais 5 cêntimos!
CP

sexta-feira, junho 17, 2005

Gasolina

Porque é que as gasolineiras não se deixam de coisas e afixam logo um placar a dizer "Abasteça ANTES! Ooops, olhe tá a ver? Devia ter abastecido ANTES. AGORA já é mais caro!"
CP

Sic Sic Sic

Obrigada cara SiC por teres transimitido as atrocidades que são todos os dias cometidas na linha de sintra! Realmente sinto-me muito mais seguro agora que sei que os assaltantes estão furiosos e a quererem "malhar" em toda a gente!
SiC muito muito obrigado! E que tal se agora, além de transmitirem apenas as imagens ad-hoc (ou post-assaltus et mortis), colocassem um reporter em cada vagão, para entrevistar em directo assaltantes e vitimas? É apenas uma proposta mas com sucesso garantido! E viva viva as estações privadas!
CP

quarta-feira, junho 15, 2005

Abrindo precedentes(Ver.2.0)

Yeh, it goes away
All of this and more of nothing in my life
No color clay
Individuality not safe

As of now I bet you got me wrong
So unsure you run from something strong

I can't let go
Threadbare tapestry unwinding slow
Feel a tortured brain
Show your belly like you want me to

As of now I bet you got me wrong
So unsure you run from something strong

I haven't felt like this in so long
Wrong, in a sense too far gone from love
That don't last forever
Something's gotta turn out right

You sugar taste
Sweetness doesn't often touch my face
Stay if you please
You may not be here when I leave

As of now I bet you got me wrong
So unsure we reach for something strong

I haven't felt like this in so long
Wrong, in a sense too far gone from love
Strong, I haven't felt like this in so long
Wrong, in a sense too far gone from love
That don't last forever
Something's gotta turn out right

Alice In Chains

segunda-feira, junho 13, 2005

Abrindo precedentes

Queria sentir-te mais perto
Dizer-te quem sou ao ouvido
Ouvir-me morrer em silêncio
Silêncio de quem sonha perdido

Mover o mundo onde vivo
Perder-me no abraço amigo
Ver a fuga de um destino
Tu
CP

quinta-feira, junho 09, 2005

Carta a um editor

Caro director da editora ****** caso não saiba, deixe que lhe tente explicar como funciona o mundo dos livros. Há quem os escreva, há quem os faça, há quem os publique e há também quem os compre. Infelizmente o senhor é dono de uma pequena editora e, como muitos pequenos editores, está cheio de boas intenções, mas digo-lhe que nos dias que correm isso não chega (e pergunto-me se alguma vez terá chegado). Acontece que, tal como muitos outros senhores editores, vossa excelência publica o que lhe dá prazer ler e o que acha que o senhor e seus amigos gostariam de ler e por aqui começam os seus problemas. Vou tentar explicar a situação de modo a que o senhor possa perceber. Quando o senhor resolve publicar um livro, e desde já lhe digo que lhe ficamos gratos pelo seu trabalho, se pretende fazer algum dinheiro com a publicação, não pode pensar exclusivamente se o senhor e seus amigos (por muitos que sejam) gostarão de ler esse livro. Em vez dessa linha de pensamento, vossa sumidade deverá ponderar acerca do mercado alvo existente para esse livro, tendo em conta o número (pequeno) de pessoas existentes no nosso pequeno pais e ainda no número (ainda menor) de pessoas letradas e já agora, porque não pensar também no número (ainda mais reduzido) de pessoas com capacidade económica para comprarem esse livro. é que, analisando os livros que insiste em publicar, podemos verificar que eles se dirigem a dois mercados alvo bastante distintos, a saber, aos estudiosos e aos curiosos. Sei que à partida, lhe parecerá que estes são os mercados melhores contudo deverá ter em atenção o seguinte: se publica um livro para estudiosos, e se se esmerar na edição, ou seja se exigir uma qualidade elevada do papel, um número razoável de páginas, uma capa "à maneira" e se fizer a edição em capa dura (para ficar mais bonito e resistente), verá como tudo isto irá encarecer o seu produto. O encarecimento não é, por si mau, uma vez que se fizer uma tiragem elevada, poderá abater custos. Mas (e aqui temos o primeiro GRANDE "mas") o senhor não vai poder efectuar essa tiragem enorme. e porquê? Porque vivemos num pais pequeno com poucos consumidores e porque não tem espaço no armazem e porque não lhe compensa o trabalho pois não? Ficaria a arder porque até tem consciência do simples e quase inocente facto de que estudiosos, há poucos! E esses poucos, como estudiosos que são, vão querer comprar o livrinho que o senhor amavelmente publicou para eles. E não se irão importar de pagar os 30 Euros que habitulamente um típico livrinho para estudiosos custa na sua banca da feira. E o seu mundo funciona às mil maravilhas. Pensa o senhor! E não funciona como o senhor pensa, porque os estudiodos não são em número suficiente caro amigo editor! E até podem pagar o balúrdio que o senhor pede, porque não têm outra hipotese, mas são poucos e não pagam o livro, muito menos o seu trabalho e o trabalho dos que estão ao seu serviço. Agora passemos aos acima denominados curiosos. Esta classe de potenciais compradores de livros distingue se da primeira através de um simples facto, eles são apenas curiosos! O que isto quer dizer é que, ao contrário dos estudiosos, os curiosos não precisam do seu precisoso e caro livrinho. E o que acontece quando um especime curiosus persoanae passa pela banca da editora ******? O fenómeno é descrito por muitos como repudio precius o que, para quem não sabe estes estranhos linguajares académicos, quer apenas dizer que a sua curiosidade instintiva é abalada pelo custo do objecto que havia despertado dita curiosidade.
Resumindo, vossa magnanimidade omnipotente comete o grave erro de publicar livros (bons ou maus já que isso é irrelevante neste momento), que das duas uma: ou apelam a um grupo que é demasiado escasso para que o volume de vendas dê lucro ou, despertam a mera curiosidade de um grupo que, não tendo genuíno interesse no produto oferecido, se vê obrigado a procurar novo livrus alimentitio (ou o alimento em forma de livro) em outras paragens menos dispendiosas, uma vez que (e por favor esta era básica!) ninguém dá 30 Euros por curiosidade nos dias que correm!
E desta forma se pode concluir que a sua editora esteja a dar prejuízo caro e excelso senhor. A culpa não é propriamente dos seus mui esforçados empregados mas tão somente da sua falta de visão comercial.
CP

P.S.
Já agora não julgue que por importunar os clientes, ou potenciais clientes, os vai obrigar a comprar o seu produto. Quem não tem dinheiro não o pode, infelizmente, inventar. E aqueles que o têm mas que não querem comprar o que o senhor tem para oferecer, esses não lhe farão a vontade por muito simpático que o senhor seja! Caso não saiba, essa ténica de vendas é usada (infelizmente) pelos jovens da área da restauração da Feira Popular de Lisboa em Entrecampos, o que dá apenas origem a um abandono progressivo da zona, uma vez que ninguém gosta de ser importunado por indivíduos completamente desesperados, garantindo-nos que no seu "sítio" é que é bom.
Simpatia Q.B. meu caro senhor! Por favor aprenda a lição de uma vez!

quarta-feira, junho 08, 2005

Farto

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segunda-feira, junho 06, 2005

Carta a Saramago seguida de uma curta nota

Caro Sr. prémio Nóbel da Literatura venho desta forma entregar-lhe algumas "coisas" que o sr. se esqueceu de colocar nos seus livros. Assim sendo espero que as receba com agrado e que ainda se lembre como as usar.
Cá vão elas: [.,.,.,.,.,;:;:,.,.;:;:;:()()()():,..,.,.,.,..,.,.,.,.,.,..,.,.,.,.,----,.,.,´,.,,´.,.,-.,.,.,.,.
,..:::,,.,.,.,.,.,.,.,.............,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,.....................,,,,,,,,,,,,,,,,...........,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,.,..]

P.S. Há mais mas estão encaixotadas. Manda-las-ei em momento oportuno.

Nota: Será que é possivel fazer uma leitura em voz alta de um qualquer livro seu? É que gostava mesmo de saber se o Sr. ainda tem fôlego para tanta falta de pontuação!
CP