quarta-feira, novembro 15, 2006

Subsídio dependência?

Vimos por este meio expressar a nossa indignação quanto à atribuição de subsídios. Achamos insultuoso que se pense aumentar em 2 cêntimos o subsídio de almoço da função publica e não se tome atenção à necessidade imperativa de um subsídio “de ócio”.
Como pode um país progredir se se descuida aquilo que o constitui ou seja, a bela arte de não fazer nada? Afinal a própria política surge como disciplina filosófica e, como todos sabemos, tal só é possível mediante uma boa dose de ócio. Ou acham que Aristóteles trabalhava 8h por dia e tinha 1h de almoço?
INCS

7 comentários:

Zé Clarmonte disse...

Pá, contem com Os Arquivos Sturu para levar esta causa até onde for preciso.

Apoiamos de sobremaneira o Subsídio de Ócio!

Anónimo disse...

Onde é que se assina a petição? Tou contigo, pá! Ócio sim, trabaho não! Ócio sim, trabaho não! Ócio sim, trabaho não!

Le Rachelet disse...

Ademais, esse subsídio devia ser atribuído segundo critérios rigorosos de avaliação caso a caso. Quem atingisse os mais elevados valores de «dolce fare niente» tinha direito ao escalão mais elevado do subsídio.

Zé Clarmonte disse...

Pessoal, fiquei encantado com os maravilhosos produtos Pastex. Acham que podia fazer publicidade lá no meu estaminé? Claro que os créditos seriam todos vossos...

CP disse...

Caro Zé está à vontade! Afinal de contas precisamos de comer!

Arya disse...

e o subsídio devia ser de um montante considerável. para fazer do ócio um maldito modus vivendi!
mas porque raio não se instituiu uma sociedade baseada na troca de bens, onde o trabalho já não fosse necessário e todo o ser humano tivesse acesso ao que precisasse assim sem mais?

Anónimo disse...

2 centimos é pouco, se ainda fossem 2,5 centimos! E depois querem que eles não fiquem chateados, trabalham tanto e são mal alimentados! Não pode ser!!!!!