quinta-feira, dezembro 08, 2005

Alegoria do miúdo doente e do Telescópio

As minhas estrelas
Estrelas cadentes
São-me trazidas pelo Sol
Estrelas cadentes
Adentram meu quarto
Passam sem cessar
Sem Parar
As minhas estrelas
Estrelas do firmamento
Retratos da noite anterior
Quando meia nação espera o encoberto
Do meu quarto não mais vejo que a alternância do Sol e da Lua
E as minhas estrelas
Mesmas estrelas
Estrelas cadentes
Que adentram meu quarto
Mas não param

4 comentários:

alfinete de peito disse...

Estamos muito poetas por aqui...:)

Temos dito.

yours trully disse...

E se não houver estrelas?Achas que podes estar apenas a sonhar com elas?

O autor disse...

A dualidade do sonho é uma dialéctica entre a acção e a inacção. O sonho é o dinamismo que assegura a viagem. O sonho é a melancolia que nos afasta do espaço. Estrelas há sempre... é preciso é a coragem para sair do quarto...

Anónimo disse...

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